Pediste-me uma surpresa e eu estou completamente embrenhada a tentar encontrar a ideia perfeita para ti.
Queria dizer-te tantas coisas (coisas que tu já sabes, porque me conheces...), queria fazer tantas coisas contigo (coisas essas que são agora impossíveis), queria dar-te tudo o que não tens.
Hoje, vou tentar fazer algo hipoteticamente impossível.
Vou tentar passar para o papel tudo o que sinto por ti.
Já escrevi um poema que me fez lembrar as coisas que escrevia na primária:
"Hoje, permitam-me, apaixonei-me.
Adociquei um pouco mais a minha vida!

Hoje, permitam-me, renasci.
Vivi uma nova vida, um novo dia...
A alma comoveu-se.
Hoje, permitam-me, estou viva.
Pois cada novo dia há um novo milagre.
(diz-se que quando alguém nasce se dá o milagre da vida!)
Eu, de cada vez que olho, nasço de novo.
Meu primeiro ar;
Meu primeiro riso, choro, olhar.
Podem passar 1000 anos.
Mas cada olhar, cada dia, vão ser para mim como um novo amanhecer.
E morro de amor, por hoje.
Volto amanhã, novamente enamorada.
Até lá!"
...
E depois de o ter escrito achei "bolas, parece que falta sempre qualquer coisa!"...
E apercebi-me que por mais que eu te queira surpreender por escrito é quase impossível, principalmente hoje, peco eu, por falta de inspiração.
Portanto, depois de leres isto, fecha os olhos e espera por mim...


