sexta-feira, 22 de abril de 2011

Perdida

Hoje estou assim.
Novamente sem sono; sem conseguir adormecer; a morrer de saudades.
Se há coisas insuportáveis, ter saudades é uma delas. Dói tanto.
Corrói a alma.
Estou apática, com vontade de chorar.
Como se diz na minha aldeia: "'tás é lerda melhéri". E talvez esteja mesmo.
Este recanto do Ribatejo tem muitas coisas boas, que me fazem feliz; mas... Há sempre um « mas »...
(...)
Mas, noutro canto de Portugal, eu deixei o meu coração.




Olha, está a dar-me para isto hoje.
Melancolia. Saudade mesmo! Esta palavra tão nossa hoje dá-me voz.
Grita Saudade!
(...)
Grita por mim!!

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