quarta-feira, 27 de abril de 2011

Relógio

O tempo parecia que não passava, que não voava.
Tic... Tac... Tic... Tac... Ploc, Puf...


Vivi os dias até ao teu regresso como se o meu relógio estivesse parado.


Parecia que tudo à minha volta tinha perdido as pilhas, tinha falta de corda
 (grrrrr, ploc, ploc... puf...),
 tinha um extremo cansaço e nada se movia porque o tempo estava parado.


Já nada fazia sentido.


O meu relógio agora voltou a trabalhar.
TIC, TAC, TIC, TAC, TIC, TAC...


Regressaste.


Voaste. Como de resto voa o tempo quando estamos juntos.


Estou agora de novo em movimento, deste-me corda. Voltei.

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